Por que a sociedade precisa do Nacionalismo?

“Se alguém não cuida dos seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e pior que um descrente.” 1 Timóteo 5:8.     

Por IRMÃOS RUSSO

No artigo anterior, explicamos porque a sociedade precisa do Cristianismo, o que sem dúvida deve ser a prioridade número um (01) de cada nação e de cada ser humano.

Porém, neste artigo, explicaremos o que é nacionalismo, o que representa e quais são as vantagens que o Nacionalismo pode trazer para uma nação.

Nação é a sua família estendida.

O Nacionalismo vem de duas palavras: Nação e Ismo. A palavra Nação não necessita de explicação enquanto que o sufixo Ismo vem do grego antigo e era usado para transformar verbos em pronomes de ação. Ismo pode significar aderência, característica, uso, doutrina, princípio, condição ou estado. Nacionalismo nada mais é do que a ideologia proveniente do conceito nacional.

Nos primórdios da humanidade, a nação era o fruto de uma família que se multiplicou, ou seja, o pai gerou os filhos, os seus filhos geraram netos, os netos geraram bisnetos, os bisnetos geraram tataranetos e, após várias gerações, formava-se uma NAÇÃO (um exemplo simples e bem conhecido é a nação de Israel, formada pela descendência de Jacó).

O Nacionalismo, ou seja, o conceito de pertencer e amar a sua nação, seu povo, seu grupo, sempre existiu desde os primórdios da humanidade. Claro que, conforme algumas nações se tornavam  mais poderosas, as mesmas buscavam dominar outras nações mais fracas e estas se misturavam com os dominadores, perdendo a sua identidade ou recebendo uma nova; por exemplo, muitos povos dominados pelo Império Romano receberam uma nova identidade – a identidade de Cidadão Romano.

 

Nos primórdios da humanidade, a nação era fruto de uma família que se multiplicou. O nacionalismo (o conceito de pertencer e amar a sua nação e seu povo, sempre existiu.

Na Idade Média, depois que o mundo antigo foi dominado pelo Cristianismo e Islamismo, a humanidade era dividida entre diferentes cilizações-religiões, ou seja, o mundo era dividido entre Cristandade Oriental (Igreja Católica Ortodoxa), Cristande Ocidental (Igreja Católica Romana) e Dar al Islam (Mundo Islâmico) e, em menor grau, conforme o império em que a pessoa estava inserida (por exemplo, o Império Austro-Húngaro dominava vários povos como eslavos, germânicos e húngaros). Porém, com o desmembramento dos impérios e do secularismo, o Nacionalismo voltou a ser a principal identidade dos povos.

No caso do Brasil, somos uma nação cujo povo é uma mistura de vários povos de  várias nações: pessoas de origem europeia, como portuguesas, italianas, polonesas e alemãs, pessoas de origem africana como iorubás, fulas, haussás e jejes, pessoas de origem asiática como japonesas, coreanas e chinesas, pessoas de vieram do Oriente Médio, como árabes e judeus, e povos originários da América como Tupi-Guaranis, Ticunas e Pataxós. Toda esta mistura de nações originou o povo Brasileiro: somos uma nação que foi gerada pelos filhos de várias nações.

Porém, assim como um pai adota um filho, a nação brasileira é feita de filhos adotados que hoje se consideram irmãos: irmãos brasileiros. A nossa nação é muito mais que o país em que nascemos: a nossa nação é a nossa família estendida. Precisamos amar o povo brasileiro, precisamos amar a nossa nação, precisamos nos orgulhar de termos nascido nesta amada terra que nos acolheu tão bem. Cada brasileiro e cada brasileira faz parte da grande família Brasileira e o amor patriota é o elo que nos une: o patriotismo é o amor que cada brasileiro sente por esta maravilhosa nação.

 

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Fascismo, Jingoísmo e Nacionalismo.

Quando utilizamos a palavra NACIONALISMO, muitos nos criticam de fascistas e nazistas, nos colocando no mesmo patamar que Hitler, porém estas pessoas não podem estar mais erradas.

Se amar a sua nação e povo é sinônimo de fascismo, Gandhi seria considerado fascista, Nelson Mandela seria considerado fascista, George Washington seria considerado fascista, Moisés seria considerado fascista por amar o povo de Israel e querer libertá-lo, de modo que quase todo herói nacional que amou o seu povo e nação poderia ser considerado fascista. Fascismo não tem NADA a ver com amar a sua nação e povo.

Então, o que seria fascismo? Fascismo seria uma ideologia de direita ou esquerda? Provavelmente vou atrair a ira de muitas pessoas que estão lendo este artigo neste momento, porém Fascismo nada mais é que o controle total do ESTADO sobre a sociedade, assumindo o papel da igreja e até da família. O Fascismo está acima do conceito de direita ou esquerda. Então, basicamente, amar a sua nação não significa amar o ESTADO da sua nação, porém quero frisar dois pontos muito importantes: 1°. Nação e Estado são objetos completamente diferentes; 2°. Eu não sou libertário, não acredito que o Estado seja a personificação do mal na terra. Eu acredito que o Estado mínimo deva existir. Eu sou apenas contra o ‘’endeusamento do Estado’’, atuando como regente total da sociedade em todas as áreas da vida humana.

E por que quando se menciona a palavra ‘’Nacionalismo’’, as pessoas logo em seguida citam Hitler? Afinal, Hitler era um grande nacionalista, certo? Ele ‘’amava tanto’’ a nação alemã que uma das suas medidas imediatas foi tentar exterminar o povo judeu da Alemanha e Europa. Ele também invadiu e conquistou outras nações de outras etnias para implementar o seu ‘’grandioso plano’’ de expansão do território alemão, o ‘’Lebensraum’’ , ou seja, a nação alemã precisava ocupar mais espaços geográficos. Cidades como Moscou, Praga e Varsóvia deveriam ser povoadas por alemães e não russos, poloneses e tchecos, membros da imunda raça eslava.

A atitude de Hitler, tem um nome mais apropriado, que é a adesão total ao ”Jingoísmo”, que, segundo o dicionário digital Infopédia, significa: ‘’doutrina que defende exagerada e belicosamente o nacionalismo; xenofobia’’. Claro que não é este tipo de ‘’nacionalismo’’ que buscamos, não queremos a destruição de nenhum país, não queremos o genocídio de nenhuma outra nação ou povo: a xenofobia ou o racismo são atitudes extremamente maléficas e pecaminosas pois Deus criou todas as pessoas à sua Imagem e Semelhança. Por que, como cristãos, teríamos sentimentos tão satânicos dentro de nós? Não é isso que defendemos: não é porque você ama a sua mãe que você vai odiar a mãe dos outros. Nós queremos criar um sentimento de nacionalismo com o objetivo de amarmos a nossa nação, o nosso país, o nosso povo, e NÃO com o objetivo de odiarmos os demais.

Se amar a sua nação e povo é sinônimo de fascismo, Gandhi seria considerado fascista, Nelson Mandela seria considerado fascista. George Washington seria considerado fascista

Nacionalismo é a arma contra o Globalismo

Mas no fundo, a elite global sabe muito bem disso. A verdade é que eles chamam qualquer nacionalista de fascista, racista ou xenófobo, porque somos uma barreira contra o seu plano de estabelecer uma NOVA ORDEM MUNDIAL.

Não sei se você ainda acredita  que este plano globalista da NOVA ORDEM MUNDIAL seja apenas mais uma ‘’teoria da conspiração’’. Todavia, nesta altura do campeonato, depois de tantas declarações em fóruns mundiais conclamando a todas as nações a buscarem soluções ‘’globais’’ para os problemas da humanidade, fica difícil não acreditar nisso: eu diria até impossível. Grande parte da elite ocidental declara abertamente o desejo de transformar o mundo em uma entidade única e refazer todo o contrato social da humanidade através do seu plano maligno denominado RESET.

Qual é a barreira que impede o avanço do Globalismo? É o NACIONALISMO. O sentimento nacionalista impossibilita a implementação da Nova Ordem Mundial: pois,  se todas as nações buscarem os seus próprios interesses e não se submeterem a nenhuma organização ou entidade global, o globalismo implode.

A humanidade se unir e se respeitar não é algo ruim, pois, quando Deus criou o ser humano, Ele não quis que suas criaturas brigassem entre si. Porém, o plano globalista não tem nada a ver com ‘’cada um respeitar o seu semelhante’’, o plano Globalista quer DESTRUIR todo o sentimento nacional e religioso, tudo que nos faz únicos e diferentes.

Deus sempre quis que a humanidade se amasse e se respeitasse, mas nunca quis APAGAR a identidade própria de cada pessoa, de cada nação, de cada povo. Deus criou pessoas brancas, negras, com olhos claros, olhos escuros, com cabelos claros, cabelos escuros, enfim, Deus ama a diversidade e nos criou diferentes. Deus não quis que as nações fossem iguais, aliás, cada ser humano é único, incluindo as nossas próprias impressões digitais.

O Globalismo quer transformar o ser humano em uma monstruosidade individualista separada de sua identidade nacional, identidade religiosa e até identidade familiar,de sorte que  qualquer político que diz priorizar a sua nação ao invés do ‘’mundo’’ (ou seja, este plano macabro globalista) será odiado pelo establishment global. Da mesma forma, qualquer país que decida tomar o seu próprio caminho, ser independente, valorizar a sua cultura, sua religião, seus costumes, se torna adversário temporário do  Globalismo.

O ex-ministro das relações exteriores Ernesto Araújo disse algo muito importante sobre a nossa civilização: o problema do Ocidente não é a xenofobia, mas sim a Oikofobia, ou seja, a antipatia à sua própria nação, ao seu próprio povo. Amamos e respeitamos a religião, costumes e cultura dos outros povos, mas odiamos a nossa própria.

Nacionalismo econômico traz prosperidade.

Uma das primeiras medidas para se tornar uma nação desenvolvida é investir no nacionalismo econômico, e o que seria nacionalismo econômico?

Talvez seja um tema que em que devemos nos aprofundar mais em um outro artigo: Nacionalismo Econômico é a ação de desenvolver a sua própria indústria e depender menos do fornecimento estrangeiro, por exemplo: ao invés de comprar tratores de outros países, podemos desenvolver a nossa própria indústria de tratores. Da mesma forma,  ao invés de comprar satélites de outros países, podemos desenvolver a nossa própria indústria de satélites.

Claro que desenvolver satélites e tratores de boa qualidade não é uma tarefa fácil. Eu dei estes dois exemplos para transmitir a ideia que devemos tomar medidas para desenvolver a nossa própria indústria (nos casos em questão, ao invés de produzir inteiramente o trator ou o satélite, podemos produzir algumas partes deles, pelo menos as mais básicas). A própria China, no começo de sua industrialização, priorizava a  exportação de produtos de pouco valor agregado, o famoso ‘’produto de 1,99’’. Depois de algum tempo, a China passou a desenvolver e exportar produtos de alta tecnologia com maior valor agregado: este exemplo o Brasil deveria seguir.

Os países mais desenvolvidos da atualidade foram aqueles  que se industrializaram no século 18, 19 e 20, países que focaram em desenvolver as suas próprias indústrias. Exemplificando, os americanos queriam desenvolver a sua empresa automobilística, igualmente os  alemães queriam desenvolver a sua, assim como os japoneses, os sul-coreanos, resultando na existência de várias empresas automobilísticas de várias nacionalidades como a alemã Volkswagen, a italiana Fiat, a americana GM, a japonesa Toyota, a sul-coreana Kia, entre outros. Como podemos notar, cada país quis desenvolver a sua própria empresa automobilística e competir no mercado. Estes países também buscaram desenvolver empresas de outras áreas como eletrônica, naval, informática, alimentícios, entre outros.

Um país é rico quando este país, através de suas empresas industriais e comerciais, produz bens e serviços valiosos e hoje isso continua valendo. O Brasil jamais será rico se continuar importando quase tudo que necessitamos. Está na hora do Brasil começar a desenvolver a sua própria indústria, a produzir bens e serviços com alto  valor agregado, temos que importar somente o necessário, um país é rico quando exporta mais que importa, China e Alemanha são exemplos disso.

Onde estão as empresas nacionais? Quais empresas famosas internacionalmente são brasileiras? Um país tão grande como o Brasil deveria ter pelo menos uma empresa automobilística, uma empresa de eletrônicos, alguma empresa de satélite, pelo menos alguma empresa alimentícia como a Nestlé (somos um país agrícola mesmo). O único período em que o Brasil pensou em auto-desenvolvimento foi no período militar: empresas e projetos desenvolvidos no governo militar, como a Embraer e Itaipu, colocaram o Brasil em uma situação de destaque. A Embraer é  uma empresa mundialmente conhecida no setor aeroespacial e Itaipu, por muitos anos, ostentou o título de  maior hidrelétrica do mundo.

Neste período turbulento que vivemos, é crucial que possamos depender menos do fornecimento externo. É bom lembrar que,durante a pandemia do COVID-19, a maioria dos países produtores de vacinas não quis exportar as suas vacinas para outros países.Eles primeiro vacinaram a sua própria nação para depois vacinarem as outras. Isso é apenas um grande exemplo de que na hora H cada país vai buscar o seu próprio interesse e o país que sacrifica o interesse da sua nação em prol de uma agenda globalista, infelizmente, é governado por traidores.

O Brasil só será um país respeitado e independente quando se transformar em uma grande potência industrial e científica e depender cada vez menos das importações estrangeiras: enquanto este tempo não chegar, continuaremos sendo uma gigantesca colônia, seja de portugueses, ingleses, americanos ou chineses.

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1 Comment

  1. Nossa, sempre ouço vocês conversando sobre isso, mas com o vídeo e texto vejo o quanto ajuda no aprendizado de forma mais didática e auxilia na criação de consciência cidadã!! 👏🏻👏🏻

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